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terça-feira, 10 de julho de 2012

Férias Escolares - crie um fogão de papelão!

Das coisas mais fofas que vi nos últimos tempos.
Transformar uma caixa de papelão em um pequeno fogão de brinquedo pode ser uma delícia e envolver mãe e filhos de uma maneira muito gostosa. Usamos a criatividade, trabalhamos concentrados e o que vem a partir daí é imaginação e entretenimento de sobra para nossos pequenos gastarem energia durante o período de férias escolares, rs. Vamos lá então?


Pegue uma caixa de papelão, de preferência quadrada.
Feche o fundo e a tampa com  cola quente para que o fundo não fique aparecendo.
Corte com estilete a tampa do forno.
Em cima, risque com um CD os círculos que serão as bocas do fogão.
Os acendedores podem ser confeccionados com o mesmo papelão e presos com aqueles grampinhos de arquivo e pasta, chamados de  "bailarina" nas papelarias, alguém, se lembra?
Depois finalize com imagens de cozinha nas laterais e na tampa.
Uma boa dica é usar o  canetão preto, mas você pode fazer com tinta ou giz de cera.
A grelha do forno pode ser colada com a a juda de 2 canaletas, 2 tirinhas feitas de papelão mesmo.

Olha que fofuuuura! Aqui em casa já estamos no processo, logo logo fica pronto.
Achei demais esta idéia da Estefi Machado.





Fotos: estefi machado



segunda-feira, 7 de maio de 2012

É possível obrigar um pai a ser pai? Por Eliane Brum


Um texto longo e altamente reflexivo, vale à pena ler até o final.

Na semana passada, o Superior Tribunal de Justiça tomou uma decisão inédita no Brasil: determinou a um pai o pagamento de R$ 200 mil por “abandono afetivo”. Antonio Carlos Jamas dos Santos, empresário do ramo de combustíveis de Sorocaba, no interior de São Paulo, terá de pagar à sua filha, Luciane Nunes de Oliveira Souza, professora da rede municipal da mesma cidade, por sua ausência como pai. Na sentença, manchete da maioria dos jornais brasileiros de quinta-feira (3/5), a frase lapidar da ministra-relatora do caso, Nancy Andrigui: “Amar é faculdade, cuidar é dever”. Nos dias posteriores, Luciane deu entrevistas, em que chorou muito pelo abandono, assim como comemorou a vitória dos filhos abandonados do Brasil, representada pelo seu triunfo no tribunal. Minha pergunta: é possível – e desejável – que um pai seja condenado por falta de afeto? 
Apesar da frase de efeito da ministra, é disso que se trata. Este pai, agora condenado, pagou uma pensão para a filha até os 18 anos. Portanto, deu as condições materiais para o seu sustento, o que é garantido pela legislação brasileira há muito e não está em discussão. Se o valor era abaixo das necessidades concretas da filha e abaixo das possibilidades concretas do pai, esta é uma falha de quem arbitrou a pensão – uma falha da Justiça, portanto.  
Estou rodeada de pessoas que acreditam que seus pais não lhes deram o afeto que mereciam. Acho mesmo que boa parte das pessoas acha que seus pais são deficitários no quesito afeto e no quesito presença. Da mesma maneira que, se fôssemos perguntar aos pais – e também às mães –, boa parte deles compartilha da convicção de que são abandonados pelos filhos. Mas esta, decididamente, não é a hora dos pais. Os filhos reinam absolutos nesse momento histórico, com o apoio irrestrito do Estado. 
Se os pais derem uma palmada em uma criança, logo estarão cometendo uma infração. O Congresso prepara-se para determinar que palmadas são inaceitáveis como método educativo. Se a conclusão for a de que os pais não amaram bem, a Justiça pode obrigar os pais a indenizar os filhos com o valor equivalente ao de um apartamento. Em breve, suponho, teremos mais novidades na vigilância dos pais pelo Estado. E não estou sendo irônica. É para esse mundo que temos caminhado. E é preciso perceber que temos dado sempre um passo além. Em minha opinião, além do bom senso. 
Se um pai espanca um filho ou qualquer pessoa espanca uma criança, já existe lei para punir esse ato bárbaro. Mas, não, em vez de aprimorar as ações de prevenção e tornar mais eficiente a repressão, considera-se necessário criar mais uma lei e punir também a palmada. Se um pai não garante as condições materiais para assegurar educação, alimentação e casa para um filho, também já existe lei para obrigá-lo a cumprir o seu dever. Mas agora é preciso ir mais adiante, é necessário punir também a falta de afeto. 
Coloco essas duas questões – a da “palmada” e a do “abandono afetivo” – no mesmo texto, porque, ainda que venham de instâncias diferentes do Estado, elas me parecem emblemáticas dos novos tempos que vivemos. E tenho dúvidas se refletimos o suficiente sobre o que estamos fazendo ao achar aceitável que o Estado entre na casa das pessoas e julgue o subjetivo. Tudo isso vem embalado “em nome do bem”. Mas me parece que “o bem”, assim como “as boas intenções”, tem trilhado caminhos estranhos. 
Como um juiz pode determinar o que é “abandono afetivo” em uma relação complexa como a de pais e filhos? E por que o Estado deveria fazer isso? E por que deveríamos achar legítimo que o faça? 
Não tenho dúvidas de que Luciane sofreu. E desconfio que seu pai também pode ter sofrido. E gostaria que o sofrimento de ambos jamais tivesse se tornado público, porque acho que isso deveria seguir sendo tema do privado – longe da mão do Estado e longe dos holofotes. Mas, como abri a porta do meu apartamento na semana passada e me deparei com o rosto de Luciane no jornal, é preciso pensar sobre isso. 
As imagens de Luciane, com sua expressão sofrida e chorosa, mesmo quando sorridente, provocam-me aflição. Porque é uma mulher de 38 anos, mãe e professora, dizendo coisas como: “Desde que eu nasci, meu pai nunca me quis!”. Eu facilmente poderia ver essa frase na boca de uma adolescente falando com as amigas num bar ou no pátio da escola. Mas, em uma mulher adulta, essa queixa – e uma queixa pública, com acolhimento público – me causa estranheza. Como se estivesse fora de lugar, deslocada no tempo de uma vida. 
Luciane se coloca numa posição infantilizada. E me parece que ela encarna a posição infantilizada na qual todos nós nos colocamos ao permitir que o Estado legisle e arbitre sobre como devemos amar ou como devemos educar um filho. Como se jamais nos tornássemos adultos, na medida em que precisamos de um Estado-pai para nos dizer o que fazer. Um Estado que cada vez mais se arma do direito de entrar dentro das nossas casas e determinar como devemos viver.
São tempos curiosos. E o mais curioso é que a tese do “abandono afetivo” seja acolhida na mesma época em que a família já não é mais aquela. Nem sempre o pai biológico é aquele que assume a função paterna. Ou a mãe biológica é aquela que desempenha a função materna. As combinações, hoje, são as mais variadas. E nem sempre o pai que paga as contas é o pai que busca na escola, coloca a criança no colo, conta histórias antes de dormir, repreende um deslize ou conversa sobre a iniciação sexual da filha ou do filho. Pode ser – e pode não ser.
A função paterna pode ser assumida pelo padrasto, por um tio, por um irmão mais velho, pelo avô ou mesmo por uma mulher, em um casamento gay. E o mesmo acontece com a função materna. Para ser pai ou mãe, não basta gerar uma criança, é preciso “adotá-la”. E isso vale também para os pais biológicos. E nem todos conseguem ou desejam fazê-lo. Quem desempenha a função paterna ou a função materna é aquele que gerou uma criança e “adotou-a”. Ou aquele que adotou uma criança e “adotou-a”. São dois atos – e não um. E o segundo é mais difícil, demorado e cheio de percalços. 
Que o pai biológico de Luciane se responsabilize ou seja responsabilizado pelo sustento material da filha ninguém discute. Mas não é possível obrigá-lo a ocupar a função paterna no sentido mais amplo e subjetivo. Não há como obrigar ninguém a ser pai ou mãe no sentido pleno. Se o Superior Tribunal de Justiça acredita ter esse poder e, para exercê-lo, bastaria obrigar um pai a pagar um valor em dinheiro, está completamente equivocado.  
Todos nós temos de lidar com o que consideramos ausência ou falta de afeto, em várias medidas ao longo da vida. Faz parte da complexidade das relações humanas. E faz parte do humano do nosso tempo acreditar que nunca é amado o suficiente – não só pelos pais, mas pelos filhos, pelos namorados, pelos maridos e pelas esposas, pelos amigos, pelo mundo inteiro. 
Temos de lidar com as faltas inerentes a qualquer vida da melhor forma que conseguirmos – e lidar com isso significa crescer. E crescer significa parar de choramingar e seguir adiante. Acho grave que a Justiça considere legítimo cristalizar essa mulher adulta no lugar de vítima e de menina abandonada. E congelar esse homem no lugar de pai ausente e de algoz. A vida é mais complicada do que isso. E um juiz tem o dever de compreender isso. As implicações públicas da decisão do STJ, na minha opinião uma decisão desvairada, ecoarão na vida de todos nós. 
Em entrevista à rádio CBN, a ministra Nancy Andrighi afirmou que a decisão do STJ “analisa os sentimentos das pessoas”. Se analisa, ministra, errou. Não cabe ao STJ ou qualquer tribunal analisar “sentimentos” e desferir punições pela ausência ou excesso de “sentimentos”. Isso colocaria os juízes em lugar bastante indevido.
A ministra também disse: “Não se pode negar que tenha havido sofrimento, mágoa e tristeza, e que esses sentimentos ainda persistam, por ser considerada filha de segunda classe". Alguém conhece uma vida ou mesmo uma relação entre pais e filhos que não tenha sofrimento, mágoa ou tristeza mútuas? Como é que uma juíza pode comprar a versão de filha de “segunda classe” de uma forma tão barata? 
A ministra ainda disse mais: "Todo esse contexto resume-se apenas em uma palavra: a humanização da Justiça”. Pelo contrário, me parece que a decisão ignora justamente a complexidade e a ambivalência das relações humanas. E desumaniza, ao compensar afeto com dinheiro – o que também é mais um dado interessantíssimo da nossa época de relações monetarizadas. 
Luciane, por sua vez, afirma que não sente “raiva ou mágoa” do pai. Só quer “justiça”. Se colocar o pai no banco dos réus e dizer ao país inteiro que ele é um pai ausente, relatando suas desventuras nos mínimos detalhes, não é uma vingança monumental, eu não sei o que é. Mas que Luciane busque isso, podemos até compreender. Que um tribunal legitime a vingança é que é surpreendente. O que poderíamos estar nos perguntando, neste momento, é: como a gente faz para alertar um juiz por “abandono da razão”? 
Na Folha de S. Paulo do último sábado (5/5), há duas fotos de Luciane: uma segurando um retrato dela quando bebê, no colo da mãe; a outra vestida de caipira na escola. São fotos comoventes e também são fotos escolhidas para comover – o que me faz ficar ainda mais aflita por ela. As duas fotos, assim como seu discurso, parecem dizer: “Pai, veja como sou ‘amável’”. Ou: “Brasil, veja como sou ‘amável’. Por que este homem mau não quis me amar?”. Parece que é isso que Luciane foi buscar na Justiça: a comprovação, pelo Estado, de que ela é ‘amável’, o pai é que falha. E continua, tristemente, tentando chamar a atenção do pai.
O problema é que dificilmente Luciane conseguirá seguir adiante, paralisada como parece estar no mesmo lugar simbólico. E mais difícil será agora que o tribunal a acompanha na ilusão de que é possível obrigar um pai a ser pai. Ou obrigar um pai a amá-la. E não há dúvida de que ela sofre muito com tudo isso. Tornar-se adulto, porém, é descobrir que o baralho nunca estará completo, que nem mesmo existe um baralho completo. Temos de jogar com as cartas que temos. E tentar recuperar cartas que jamais existiram, como se elas estivessem apenas perdidas, não nos ajuda a viver melhor. Apenas nos congela em um lugar infantil.
É um caso fascinante pelo que revela sobre o nosso tempo. E há bem mais ainda para se ver nele. Por enquanto, ainda queria lembrar que, às vezes, o melhor que pode acontecer a um filho é que certos pais e mães fiquem bem longe. 
Eliane Brum
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem.  elianebrum@uol.com.br - Colunista da Revista Época.
Foto: reprodução


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Lacoste e Snoopy - que fofuura.


As roupas da Lacoste dispensam apresentações: a marca é clássica, assim como o símbolo do jacaré. Eis que, em um projeto chamado “Peanuts 60 years World Tour”, que comemora o aniversário de 60 anos do Snoopy, a Lacoste criou uma série de camisas que colocam o jacarezinho em situações engraçadas com os personagens do desenho: ele joga baseball com o Charlie Brown, se esconde na casinha do Snoopy, carrega o Woodstock nas costas. É a primeira vez que alguma parceria interfere na logomarca. As pólos estão saindo do forno! A série será lançada em outubro e  as versões adultas das camisas saem em edição super limitada, em lojas selecionadas em Paris (Colette), Londres (Dover Street Market) , Milão (10 Corso Como), Tóquio (Isetan) e outros países - mas nada de Brasil. Para cá, apenas as coleções infantil e teen. Os preçinhos não devem ser NADA amigos, mas que é uma bela dica de presente para o dia das crianças, isso é. LOVE Snoopy.

Fotos: reprodução - Texto: Lola Mag

sábado, 24 de março de 2012

Ovos de Páscoa Infantis - Tipos e Preços

Buenas noches, queridos!
Como eu havia prometido um post com algumas opções de ovos de páscoa infantis  - personagens, surpresinhas e afins - aí estão algumas delas, aqui em casa são dois meninos, vou tentar unir o útil ao agradável: um bom chocolate e um personagem impactante. Uh lalá. E lá vamos nós, né? Vale lembrar que as lojas (aqui em BH) ainda estão repletas de ovos e encontrei quase todos os tipos que vou citar aqui. Nada de deixar pra última hora, né? Desejo boa sorte a todos e que as filas não sejam homéricas. Beijos açucarados! Feliz páscoa para as nossas crianças amadas!

 1. Ovo Transformers, vem com um MiniTransforme (Garoto, 180g, R$24,90*);
2. Ovo SuperPoderosas, vem com um kit de batom (Arcor, 150g, R$22,98*);
3. Ovo Avengers - Os Vingadores, vem com um lançador (Garoto, 180g. Preço sob consulta)

 1. Ovo Pucca, vem com uma boneca (Garoto,l80g,R$29,90*);
2. Ovo Scooby-Doo (Village, 45g, R$ 7,90*);
3. Ovo Rapunzel, vem com brinquedinho (Arcor,150g, R$15,99*)

 1. Ovo Os Smurfs, vem com um brinquedo surpresa (Garoto, 180g, R$24,90*);
2. Ovo Princesa Ariel (Nestlé, 180g, R$27,90*);
3. Ovo Princesas Disney, vem com um pingente (Top Cau, exclusividade Lojas Americanas, 80g, R$9,90*) 

 1. Ovo de Páscoa Turma da Mônica, vem com um bonequinho (Arcor, 120g, R$19,90*);
2. Ovo de Pácoa Monstros S.A, vem com um boneco em miniatura (Top Cau, exclusividade Lojas Americanas, 160g, R$21,90*);
3. Ovo Max Stell, vem com uma miniatura (Top Cau, exclusividade Walmart, 160g. Preço sob consulta)
 1. Ovo Jolie, vem com uma maleta (Garoto, 120g, R$24,90*);
2. Ovo Dora - A Aventureira, vem com um bonequinha (Top Cau, exclusividade Walmart. Preço sob consulta);
3. Ovo Super Hero Squad (Arcor, 150g, R$15,99*)

 1. Ovo Spider-Man, vem com um jogo aranha (Lacta, 170g, R$24,90*);
2. Ovo Backyardigans, vem com adesivos (Top Cau, exclusividade Walmart, R$6,99);
3. Ovo Shrek, vem com um relógio (Lacta, 120g, R$11,90*)

 1. Ovo Polly, vem com um relógio (Lacta, 170g, R$16,90*);
2. Ovo Hello Kitty, vem com uma pelúcia da Hello Kitty (Lacta, 250g, R$37,90*);
3. Ovo Generator Rex, vem com um canhão de água (Lacta, 170g. Preço sob consulta) 

 1. Ovo Hello Kitty, vem com uma linda caneca (Lacta, 120g, R$20,21*);
2. Ovo Ben 10, vem com um modificador de voz (Lacta, 170g. Preço sob consulta);
3. Ovo Era do Gelo, vem com o chaveiro Scrat Farejador (Lacta, 170g, R$16,88*)

1. Ovo Hello Kitty, vem com uma linda caneca (Lacta, 120g, R$20,21*);
2. Ovo Ben 10, vem com um modificador de voz (Lacta, 170g. Preço sob consulta);
3. Ovo Era do Gelo, vem com o chaveiro Scrat Farejador (Lacta, 170g, R$16,88*) 



 1. Ovo Hello Kitty, vem com uma bonequinta (Lacta, 170g, R$27,49*);
2. Ovo Madagascar, vem com um copo (Arcor, 170g, R$17,90*);
3. Ovo Kung Fu Panda 2, vem com uma caneca (Top Cau, exclusividade Lojas Americanas, 150g, R$21,90*)

1. Ovo Mickey, vem com um adesivo (Carrefour, 80g. R$6,99*);
2. Ovo Minnie, vem com uma bolsinha (Carrefour, 160g. R$14,99*)

* Preços sugeridos para março/2012. Os valores podem variar de acordo com lojas e supermercados.  



Fotos: reprodução

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Um Hambúrguer Divertido, nhaam!

Achei esta delícia sensacional, de comer com um sorriso bem largo e com uma boca boa!
A boa pedida para animar a criançada neste fim de semana, não é uma fofura?


Ingredientes (10 Unidades)
. ½ cebola picadinha
. 1 dente de alho picadinho
. 2 colheres (sopa) de azeite
. 500 g carne moída
. Sal a gosto
. 10 pãezinhos de hambúrguer
. 200 g de queijo prato
. 3 colheres (sopa) de maionese
. 3 colheres (sopa) de catchup
. 4 salsichas
. 4 azeitonas pretas

Modo de preparo:

Em uma frigideira, doure a cebola e o alho em 1 colher de azeite. Retire do fogo e deixe esfriar. Acrescente a carne e tempere com sal. Molde os mini-hambúrgueres e frite na outra colher de azeite. Reserve. Corte os pães ao meio, coloque um hambúrguer, uma fatia de queijo e um pouco de catchup e maionese em cada um. Faça o nariz do porquinho cortando uma rodela de salsicha e furando-a com um canudinho. Para as orelhas, corte as rodelas ao meio e use um palito de dente para fixá-las no pão. Faça os olhos com maionese e azeitona preta.

Foto e receita: Chef André Nogal.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Victoria Beckham e sua Harper, lindezas.

Ó céus, mesmo recém parida ela não abandona a sua coleção Louboutin...
Mamãe linda, filhos lindos, marido de beleza faraônica e uma coleção imensa de Christian Louboutin.
Oremos, irmãs.








Fotos: reprodução

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Style Infantil - Os filhotes da Gwen Stefani

Gente, gente... assim eu mordo! os filhotes da cantora Gwen Stefani arrasam;, dá uma conferida!

O mais novo, Zuma, é uma delícia! Abusa de chapéus, acessórios e peças mais clássicas sempre usadas de forma super divertida. O que mais gosto do estilo deles é que estão sempre super estilosos sem perder a carinha de criança. As produções são divertidas e parecem uma brincadeira… bem do jeito que criança tem que ser mesmo!


Kingston é o mais velho e por isso tem mais fotos dele… hehehe Sempre com penteados louquinhos, jeans surrado e regatinhas… Adoro as botinhas! São ótimas opções para deixar os looks de meninos muito mais bacanas e diferentes!

Fotos: Reprodução

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Burberry Kids - Inverno Fofo

Eu não resisto gente, é muita graciosidade e elegância, coisa mais linda do mundooo!
São os pequenos arrasando no Estilo Burberry. Ameei!





Fotos: reprodução

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Gostosuras ou Travessuras?

Todo dia 31 de outubro a farra se repete: a criançada bate à porta da vizinhança coma frase feita: gostosuras ou travessuras? – do inglês “tricks or treats”. Quem não der um docinho leva uma brincadeira ensaiada. A tradição anglo-saxã, criada para celebrar o Dia das Bruxas, virou festa por aqui. E nada mais divertido do que bolar uma decoração diferente para  inspirar o lúdico e a alegria, um momento diferente e gostoso!


Assombração
Estes fantasminhas foram feitos de gaze – a cabeça é engomada' com cola para ficar firme e ganha dois olhos desenhados com canetinha
Gangue do espanto
Sininhos de papel da Tchian ganharam olhos e boca de cartolina preta e foram cobertos de tule.


Taça das gostosuras
Biscoitos decorativos Lady Cook recheiam a taça de vidro D. Filipa. A vela fantasmagórica, também D. Filipa, dá o tom da gulodice

Sede de diversão
Olhos, nariz e boquinha feitos de cartolina preta e colados na taça contrastam com o refrigerante laranja 


Para devorar sem medo
Pipocas servidas em copinhos brancos de papel com desenho de fantasma feito com caneta hidrográfica.

Fotos: Reprodução
Cantinho do crepúsculo
Morcegos de papel sulfite preto pendurados com fio de náilon. A luminária D. Filipa, em forma de abóbora, garante a luz

Toque negro
Os crânios de isopor foram revestidos de cola e glitter preto. Nada melhor que um toque macabro à decoraçã. Bacana demais né? Inspire-se!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Dez dias sem televisão - Por Denise Fraga


Me contaram a respeito da experiência feita por uma escola americana que propôs aos alunos e aos seus pais passarem dez dias sem tela. Nada de TV, computador, celular ou videogame, nada que contivesse o tal quadradinho mágico que nos deixa de boca aberta mergulhados no lado de lá. Interessante, né? Ficar sem o lado de lá? Se em nossos dias rápidos, uma tarde com o celular quebrado já se torna uma experiência transgressora, dez dias sem tela podem realmente causar consideráveis mudanças em uma comunidade.

O maior retorno dado à escola pelos alunos foi que houve mais conversa. Bons americanos, os idealizadores do projeto tinham até se dado ao trabalho de fazer uma lista de sugestões de atividades para a família nesses dias impossíveis, tais como aprender a tocar um instrumento ou organizar uma faxina comunitária. Mas o que a comunidade mais estava sedenta de fazer, ficando só do lado de cá, era mesmo conhecer seu pai, seu irmão, sua mãe e talvez até a si mesmo num simples bate-papo na mesa do jantar. 

Não é fácil, porém, ficar sem nossas telas e acho que já estamos até caindo numa conversinha velha, dizendo todo o tempo como isso é um absurdo e coisa e tal com nossos rostos se azulando cada vez mais. Vamos combinar: é um mundo sensacional, faz parte da nossa vida, ponto. Só sinto que precisamos virar a página e tomar as rédeas dessa peregrinação pelo mundo mágico e caleidoscópico da virtualidade, escolhendo delicadamente ao que vamos dedicar nosso precioso tempo.

Nosso Pedro não liga pro computador, saracoteia vez ou outra pelo videogame, mas simplesmente não consegue mais ter um intervalinho entre uma coisa e outra sem ligar a televisão. Como toda mãe, comecei a me incomodar. “De novo na televisão, Pê?!” Mas, como já comentei nesta coluna, sou uma mãe com muita memória de filha e sempre que faço o pequeno desligar a TV, penso no quanto adorava as tardes, mesmo que ensolaradas, em que eu e meu irmão fechávamos as cortinas e nos trancávamos no quarto escuro na frente da televisão.No quanto as imagens que tenho nos arquivos de meus miolos se devem aos Flintstones, aos Waltons, ao Zorro, ao Batman, Jeannie é um Gênio, Perdidos no Espaço, Tom e Jerry, Mary Tyler Moore, Vila Sésamo e, principalmente, a todos os filmes que vi na Sessão da Tarde.

Observo o que Pedro tem visto e, realmente, a maioria das vezes, tenho é vontade de sentar junto. Pedro está escolhendo muito bem o que ver no meio daquela confusa infinidade de canais. É excelente desenhista e, pelos desenhos que faz, vejo que a TV lhe supriu de boas imagens e ajudou sua compreensão humana. 

Na verdade, acho que tem muita coisa boa na TV e na internet, desde que lustremos com afinco, dia a dia, nosso critério de escolha. Até pra escolher desligar o aparelho para simplesmente conversar. E ainda, munidos de tudo que vimos em nossas constantes viagens para o lado de lá. 

DENISE FRAGA é atriz, casada com o diretor Luiz Villaça e mãe de Nino, 13 anos, e Pedro, 12 e-mail: dfraga.colunista@edglobo.com.br

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Festa de criança, use a criatividade na decoração!

Este post vai para ajudar  minha querida e amada amiga, Ana karine Vieira nos bastidores da festinha do meu sobrinho fofo, Jorginho. Kaká, vou te ajudar no que for preciso! Beijos em camadas!


















Fotos: Reprodução.